Do Planalto à Papuda — [Parte 4 de 7]
Para que seja possível constatar a autenticidade do que acaba de ser dito, nada como ouvir as alegações do próprio autor da proeza; no caso, proferidas à plateia Sul Africana, há dois anos, e em Johannesburg. Por fim, em oposição às minhas certezas, vejo que neste vídeo, todos são exímios poliglotas, com ênfase em Português do Brasil. [sic!]
Veja em :
http://www.youtube.com/watch?N
Timelime de ALTINO
Comentado em: Participe do próximo Encontro PME com José Efromovich, dono da companhia Avianca
2 de Junho de 2012 | 6h38
Comentado em: Participe do próximo Encontro PME com José Efromovich, dono da companhia Avianca
2 de Junho de 2012 | 6h35
Do Planalto à Papuda — [Parte 5 de 7]
Ora, entendo como lisonjeira a natureza séria deste programa extenso, extraordinário, e que elevou, é claro, a noção de respeito que passou a ser concedido à VARIG e por extensão, ao Brasil.
No entanto, este mesmo analfabeto delirante, depois de escrever, [sic]:
http://oglobo.globo.com/pais/n
Comentado em: Supremo Tribunal retoma julgamento sobre cotas raciais na faculdade
26 de Abril de 2012 | 4h39
ATREVIMENTO Parte 1 de 2 — Entendo como sendo inaceitável a proposta de nova Emenda Constitucional, que me parece, seria a de número 71 — desde outubro de 1988. Desta vez, com o que seria indispensável: no caso, a revogação plena do Artigo quinto; como é claro, isto, se forem preenchidos os requisitos formais. Para que se entenda a confusão gerada por este tipo de outorga — sabidamente mórbida — de prerrogativas, basta citar a celebração do vigésimo aniversário da ação impetrada pela VARIG; a propósito, já pacificada em favor da Linha Aérea, há cinco anos, pela via de Acórdão proferido por Tribunal Superior, o STJ, por 7 votos contra uma consideração poética. Dito de outra forma, enquanto em 2004, os Estados Unidos da América, credores formais a partir de 2006, propunham soluções antecipadas, que em tudo se assemelhavam ao que também foi feito — e muito bem feito, com a General Motors, o GOB— Government of Brazil, criava casuísmo hoje conhecido como sendo Emenda de número 45, de 30 de dezembro do mesmo ano. Vale a pena conhecer o teor do Black Mail, manobra também conhecida como: CHANTAGEM DIPLOMÁTICA intentada e transcrita na Integra, em inglês. [Cont.]
Comentado em: Supremo Tribunal retoma julgamento sobre cotas raciais na faculdade
26 de Abril de 2012 | 4h38
ATREVIMENTO Parte 2 de 2 — Veja, e pasme, em:
http://www1.folha.uol.com.br/p
INFELICIDADE ****Parte 1 de 2 FRANCISCO FELIZ, a despeito da grosseria barata; a propósito, típica de detratores da porção social a que você por citação — e quiçá, por estar inserido —, vê-se que também discrimina e segrega, vou tentar me conter. Sei ainda que você faz uso criminoso da revolta de natureza íntima; mas, que de todo modo, não me diz respeito! Sei disto, na medida em que você tenta me associar, ao que quer que seja, até sem me conhecer! Sendo assim, saiba que nem por isso vou transformar este espaço, que considero nobre, em reles Chat Room. Como, aliás, me parece que seria sua vontade! No que me diz respeito, saiba que comento exclusivamente ideias, matérias publicadas, e o que delas decorrem. Portanto, se sua conduta é ditada pela falta, de conhecimento, sugiro inserção de suas manifestações no lugar geométrico dos que pertencem à sua mesma espécie biológica; i.e., por simples dedução, posto que NÃO aceito convites para avaliar comportamento de gente de sua laia.[Cont.]
INFELICIDADE ****Parte 2 de 2
Portanto, se for este o seu caso, ouse postar em:
vermelho.org.br
Mas, se há componentes obsessivo-compulsivos que determinam suas ações, saiba que longe de "fugir do assunto", me interesso muito em detalhar o que penso. Contudo, em outro foro. Se for este o caso, queira primeiro, e por gentileza, correr os olhos em:
• voce.estadao.com.br/fla
Através da exuberante perspicácia contida em comentários anteriores, vê-se que: de fato, uma das manchetes do Estadão diz tudo. Pois além de "Millôr deixa[r] marca no teatro, TV e jornalismo", o que é do conhecimento de todos, fica muito claro que foi além. Ou seja, a contundência plena de finesse de linguagem, e de outros que tais, uma de suas heranças inalienáveis, fazem-se sentir também, através e pela via destes comentários. Sendo assim, aos discípulos, meus mais sinceros parabéns. Decididamente!
Comentado em: Investigação no Tocantins tira radiografia da corrupção no Judiciário
20 de Março de 2012 | 5h47
Parte 1 de 3 *** Pensando bem, e sem querer desmerecer a redação do título de chamada desta matéria, é claro, melhor seria escrever: . . . a exemplo do que acontece em todos os demais Estados; e, em particular no DF, desta vez Tocantins endossa e atesta os argumentos da notabilíssima Corregedora Eliana Calmon! Dito de outra forma, em 03 de julho de 2008, ministro sem pasta, em denúncia formal, deixou claro: ". . . Marco Antonio Audi, destituído pela Justiça, . . . , disse que abrirá mais um processo contra o advogado Roberto Teixeira, ex-procurador dele e compadre do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. . . Teixeira incluiu Audi no rol de "pessoas moralmente desqualificadas, que ocupam o banco dos réus pela prática dos mais diversos crimes - de sonegação fiscal a participação na morte de centenas de pessoas." Eis que ainda assim, o TJSP permitiu que ação formal de indenização por perdas — já pacificada, há cinco anos, por Acórdão proferido por Tribunal Superior; no caso, o STJ, em favor da VARIG, se transformasse em reles disputa de transferência de controle societário. [Cont.]
Comentado em: Investigação no Tocantins tira radiografia da corrupção no Judiciário
20 de Março de 2012 | 5h46
Parte 2 de 3 *** Ou seja, mesmo sabendo que se tratava da mais grave denúncia jamais oferecida desde 22 de abril de 1500, a VARIG, empresa modelo, foi esquartejada; passando da titularidade dos funcionários, para o "amigo do rei". Logo quem, sem dinheiro, e em flagrante ofensa ao bom senso, viu-se apoiado pelo chefe de Estado. Este último, quem como se sabe, induziu parceiro a adquirir o fruto do mal feito. De tal forma que: o que foi "vendido" por US$24 milhões, sete meses depois foi repassado por US$320 milhões. Finalmente, três por cento do que resulta da malandragem foram negociados por US$100 milhões! Ou seja, a empresa que hoje se debate propondo licença sem vencimentos para centenas de Aviadores, passou a valer, para quem sabe regra de três simples, sic, nada menos do que US$ três bilhões; ou se preferirem: 3*10^9 de dólares; i.e., uma vez concedido desconto de praxe, para que compra a íntegra! Resultado: o País deixou de poder contar sequer, com uma única empresa do gênero. [Cont.]




Comentado em: Participe do próximo Encontro PME com José Efromovich, dono da companhia Avianca
2 de Junho de 2012 | 6h41
Do Planalto à Papuda — [Parte 2 de 7] Ora, o Artigo 175, da Lei maior, a que institui a Lei 8.987, que por sua vez dispõe e disciplina a prestação do serviço dito público, através do inciso IV do parágrafo único, dá nome ao Capítulo II da Lei Complementar, portanto, preceito constitucional! A correta condução da Recuperação dita Judicial aprovada em meados de junho de 2005 — quando já se celebrava treze anos de curiosíssimo trâmite processual com vistas ao ressarcimento de prejuízos causados por ação e omissão do Poder Concedente —, por óbvio, não dispensaria a continuidade da posse dos aviões! Ora, o sacripanta, no lugar de fazer uso da intervenção prevista na mesma Lei, se fez de rogado. E, como responsável absoluto, mandou devolver os aviões; como se não soubesse das consequências que resultariam da completa inexistência de similares no mercado mundial. Com isto, as congêneres BRASILEIRAS remanescentes são: a CHILENA, LATAM, e a COLOMBIANA AVIANCA. Porque a GOL demitiu no dia de hoje, quase duzentos "aeroalgos" — na medida em que este neologismo de fácil entendimento se opõe a "aeronadas", — sem ofensa é claro . . . [Cont]